Archive for February, 2010

Série de artigos sobre Instalação do Oracle RAC:

Instalação do Oracle RAC 10g Release 2 – Parte 1: Pré-requisitos
Instalação do Oracle RAC 10g Release 2 – Parte 2: Criação da VM
Instalação do Oracle RAC 10g Release 2 – Parte 3: Instalação do Linux

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Olá pessoal!

Já temos a máquina virtual mvrac1 criada. Agora iniciaremos a instalação do sistema operacional.

Bom, conforme o post Instalação do Oracle RAC 10g Release 2 – Parte 1: Pré-requisitos, eu usarei o Oracle Enterprise Linux 5 Update 3 32bit. Quem tem o CentOS 5 Update 3 32bit ou o Red Hat Enterprise Linux 5 Update 3 32bit, é a mesma coisa.

Na tela da VMWare Server Console, clique duas vezes em CD-ROM (IDE 1:0), a janela abaixo será exibida:

Basta clicar em “Use ISO image” e em seguida clicar em Browse para navegar entre os diretórios até encontrar o arquivo ISO do DVD de instalação do Linux. No meu caso, deixei em G:\VMWARE\Software. Depois disso, clicar em OK.

Depois disso, basta clicar no botão “Power On” que é simbolizado por um ícone parecido com o Play, na cor verde.

A seguinte tela será exibida:

Nessa tela, basta pressionar a tecla [ENTER] e a seguinte janela será exibida:

Essa tela fará o teste da mídia de instalação. Como estamos num ambiente virtualizado e instalando a partir de uma imagem ISO, basta pressionar a tecla [TAB] para selecionar a opção Skip e em seguida pressionar a tecla [ENTER]. Num ambiente corporativo, é interessante realizar esse teste, mesmo considerando que ele demora um pouco. Caso a mídia tenha algum risco que a impeça de ser corretamente lida, é a partir desse teste que descobriremos isso. É muito ruim descobrir esse tipo de erro no meio da instalação!!

A seguinte tela será exibida:

Clicar em Next:

Nessa tela será necessário selecionar um idioma para o sistema operacional. Eu deixei a opção English selecionada. Clicar em Next:

Especificar um layout de teclado, no meu caso, o layout é o U.S. International. Aqui no Brasil, será muito frequente selecionar o ABNT. Clicar em Next:

Para que o disco possa ser lido no Linux, ele precisará ser inicializado. Temos 4 discos no total: 1 de 12GB e 3 de 5GB. Nesse caso, deveremos clicar no botão Yes para os 4 discos. Deixei apenas uma tela como exemplo.

No combo, deixar a opção “Create custom layout” selecionada. Clicar em Next:

Clicar no botão New para criar uma nova partição. A seguinte tela será exibida:

No tipo de sistema de arquivos, selecionar Swap. Nos drives de disco permitidos, selecionar somente o sda (que é o nosso disco local), para o tamanho, deixe com 1GB de tamanho: 1024MB. Lembrando que o tamanho apropriado de swap é citado no documento de instalação do banco de dados para o sistema operacional apropriado. Clicar em OK.

A tela acima exibe que a partição /dev/sda1 com 1024MB está reservada para o swap. Precisamos criar a partição da raiz do sistema operacional (/), como se trata de um ambiente virtualizado, criaremos também na partição raiz o diretório /u01, local onde será instalado o software Oracle. Portanto, o /u01 não terá uma partição exclusiva no disco local. Clicar no botão New para criar uma nova partição:

No campo Mount Point, especificar o seguinte valor: /

No campo Additional Size Options, deixar a opção “Fill to maximum allowable size”. Isso significa que a partição / pegará todo o espaço disponível no disco para ela. Clicar em OK.

Na tela acima, agora, a partição /dev/sda1 será a partição raiz (/), e a partição /dev/sda2 será a partição de swap. Gostaria de lembrar mais uma vez que essa instalação não segue as melhores práticas de instalação do sistema operacional, onde é recomendado criar uma partição exclusiva para o /boot, dentre outras coisas. Ela foi feita apenas para facilitar na instalação do Oracle RAC. Clicar em Next:

Na tela acima, é possível modificar as opções de boot. No entanto, essa ação não é necessária. Clicar em Next:

A tela acima será exibida. Nela é possível modificar as configurações das placas de rede eth0 e eth1, além das opções de hostname, gateway e DNS. Selecionar a placa eth0 e clicar no botão Edit:

Como a rede em questão não utiliza IPv6, eu desabilitei essa opção desmarcando o campo “Enable IPv6 support”. Para o restante das configurações, eu deixei o campo “Enable IPv4 support” selecionado, assim como a opção Manual Configuration. A placa eth0 foi configurada da seguinte forma:

IP Address: 172.23.10.11
Prefix (Netmask): 255.255.255.0.

Clicar em OK.

A tela acima será exibida já com a placa eth0 configurada (a tela acima é apenas uma representação gráfica). Agora precisamos configurar a placa eth1. Selecione essa placa e clique em Edit:

Como a rede em questão não utiliza IPv6, eu desabilitei essa opção desmarcando o campo “Enable IPv6 support”. Para o restante das configurações, eu deixei o campo “Enable IPv4 support” selecionado, assim como a opção Manual Configuration. A placa eth0 foi configurada da seguinte forma:

IP Address: 10.0.0.11
Prefix (Netmask): 255.0.0.0.

Clicar em OK.

A tela acima será exibida. As placas eth0 e eth1 já estarão configuradas. A opção “Active on Boot” para ambas as placas deverão estar selecionadas.

Além disso, o hostname deverá ser definido manualmente: mvrac1.viniciusdba.com.br

Para o Gateway e o DNS, nesse caso, o valor será o mesmo: 172.23.20.1.

Clicar em Next:

Escolher o fuso horário apropriado. Clicar em Next:

A senha de root deverá ser especificada na janela acima duas vezes. Clicar em Next:

Na tela acima, escolheremos a opção “Customize now” para realizar a customização dos pacotes do sistema operacional que deverão ser instalados. Clicar em Next:

Na categoria Applications, as únicas opções que deverão ficar selecionadas são:

  • Editors;
  • Graphical Internet;
  • Office/Productivity.

Clicar na categoria Development:

Na categoria Development, as únicas opções que deverão ficar selecionadas são:

  • Development Tools;
  • GNOME Software Development;
  • Legacy Software Development;
  • X Software Development.

No item X Software Development, clicar no botão Optional packages:

O item libxp-devel-1.0.0-8.1.el5.i386 deverá ser selecionado. Clicar no botão Close.

Clicar agora na categoria Base System:

Selecionar o item System Tools e clicar no botão Optional packages:

Selecionar o item sysstat-7.0.2-3.el5.i386 e clicar no botão Close.

Clicar no botão Next:

Para iniciar a instalação, clicar no botão Next:

A tela acima será exibida com o progresso da instalação.

Quando a primeira fase da instalação for concluída, a seguinte tela será exibida:

Basta clicar no botão Reboot. Assim que o servidor (máquina virtual) for reiniciado, a seguinte tela será exibida:

Clicar no botão Forward:

Na tela acima, deveremos concordar com o acordo de licença. Basta clicar na opção “Yes, I agree to the License Agreement” e clicar no botão Forward:

O Firewall deverá ser desabilitado. Para isso, basta selecionar a opção Disabled no combo Firewall. Clicar em Forward:

Um alerta será exibido informando que haverá um risco de segurança pelo fato do Firewall estar desabilitado. Clicar em Yes:

O SELinux também deverá ser desabilitado. Para isso, basta selecionar a opção Disabled no combo SELinux Setting. Clicar em Forward:

Uma mensagem informativa será exibida relatando que por causa da alteração do SELinux, será necessário rebootar o sistema operacional. Esse reboot será feito no final dessa primeira fase de configuração do sistema operacional (fase pós-instalação). Clicar em Yes:

Nessa tela, é possível ativar o Kdump, eu não o fiz. Clicar em Forward:

A data e hora deverão ser ajustadas. Clicar em Forward:

A tela acima será exibida, nesse momento, não será necessário criar os usuários no sistema operacional, portanto, clicar em Forward:

Um alerta será exibido pois um usuário não foi criado, e não é recomendado usar a conta de root como conta pessoal, clicar em Continue:

Não instalamos dispositivos de áudio nessa máquina virtual, portanto, clicar em Continue:

Caso fosse necessário instalar algum software adicional nesse momento, bastaria clicar em Install. Como não é o caso, clicar em Finish:

A mensagem acima será exibida, basta clicar em OK e o sistema operacional será reiniciado.

Pronto! O sistema operacional está instalado!

Veremos no próximo artigo como realizar a primeira fase da correção dos pré-requisitos do sistema operacional para que possamos iniciar a instalação dos softwares Oracle necessários para a criação do nosso ambiente Oracle RAC.

Abraços!

Vinicius







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Oracle e seus produtos são marcas registradas da Oracle Corporation® (http://www.oracle.com) Todo o material aqui encontrado é mantido sem ajuda financeira e mantém como propriedade de seu fundador/escritor.

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The views expressed on this blog are my own and do not necessarily reflect the views of Oracle.
As opiniões publicadas neste blog (http://www.viniciusdba.com.br) são pessoais e não necessariamente representam a visão da Oracle.


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Seus autores não necessariamente concordam ou apoiam opiniões de seus leitores.

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Olá pessoal, no post de ontem citei sobre um ambiente que meu amigo DBA pegou com os parâmetros de memória subdimensionados…

Pois bem. O ambiente anteriormente descrito era o ambiente de Homologação.

Adivinhem? Em Produção os parâmetros estavam exatamente iguais!!!

Mais: ele comentou comigo que a incidência de espera por library cache pin e library cache lock era absurdamente alta, que era nítido que o pessoal esperava por isso já na aplicação.

Ele fez o diagnóstico do ambiente:

  • Estrturas de memória subdimensionadas no banco de dados;
  • Parâmetro TIMED_STATISTICS definido como TRUE, porém, o pacote SYSSTAT não estava instalado no sistema operacional;
  • Os parâmetros de kernel que são pré-requisitos para instalação do banco não estavam configurados.

Com isso é fácil perceber que não era nem DBA Google, nem DBA Ghost. Era pão-durice mesmo do pessoal da empresa!! Não contrataram um DBA para montar o ambiente e fizeram por conta própria!

Bom, o Bruno corrigiu os itens problemáticos e não ocorre mais esses eventos de espera.

O pessoal até o elogiou dizendo que nunca a Produção rodou tão rápido como agora!

Boa Brunão!!

Abraços,

Vinicius







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O meu amigo Rodrigo Almeida, postou há algum tempo no Blog dele sobre os Tipos de DBA existentes no mercado.

Hoje, 18/02/2010, o meu amigo Bruno Cantelli me chamou e passou a situação de um cliente em que ele estava:

  • db_cache_size = 32M;
  • shared_pool_size = 80M.

Tudo bem que se tratava do ambiente de Homologação, mas a pergunta é: como alguém em sã consciência deixa essas estruturas de memória tão sub-dimensionadas desta forma?! Incrível!

E aí? Acho que o DBA que fez esse serviço é um DBA Google ou um DBA Ghost!

Qual a opinião de vocês?! Incompetência ou desleixo?

Abraços!

Vinicius







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Série de artigos sobre Instalação do Oracle RAC:

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Instalação do Oracle RAC 10g Release 2 – Parte 2: Criação da VM
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Olá pessoal!

Após instalado, o VMWare Server criará interfaces de rede virtuais na máquina Windows.

Para consultarem ou editarem as interfaces de rede virtuais criadas pelo VMWare, basta ir em Iniciar / Programas / VMware Server / Manage Virtual Networks.

Não exibirei aqui, a tela, mas, para a rede InterConnect, entre os nós do RAC, usarei a VMNet2, que tem as seguintes definições:
VMNet2
Rede: 10.0.0.0
Subnet: 255.0.0.0

Para a rede pública, que os usuários terão acesso, usarei a placa de rede do notebook como ponte (bridge), e com isso, qualquer estação de trabalho da minha rede conseguirá acessar o ambiente.

Vamos lá! Vamos começar a criar a nossa primeira máquina virtual para que possamos brevemente instalar o Oracle RAC! Acessem a VMWare Server Console: Iniciar / Programas / VMWare Server / VMWare Server Console:

Clicar no botão “New Virtual Machine”:

Clicar em Avançar:

Clicar em Custom e, em seguida, em Avançar:

Escolher o Linux como Sistema Operacional e, em seguida, escolher a versão “Other Linux 2.6.x kernel”. Clicar em Avançar:

Na definição dos nomes dos servidores que farão parte do cluster, escolhi os nomes mvrac1 e mvrac2. Como estamos criando a primeira máquina, defina o nome da máquina (mvrac1) e escolha o caminho onde a máquina virtual ficará armazenada (G:\VMWARE\mvrac1). Clicar em Avançar:

Deixar a opção “Make this virtual machine private” selecionada. Clicar em Avançar:

Deixar a opção “User that powers on the virtual machine” selecionada e clique em Avançar:

Eu utilizei apenas um processador. E, portanto, deixei a opção One selecionada para o item “Number of processors”. Clicar em Avançar:

Na tela acima, é necessário especificar a quantidade de memória que será usada pela máquina virtual. Para os testes em VMWare, 512MB bastam. Clicar em Avançar:

Para a primeira placa de rede do servidor, utilizarei a conexão em ponte “bridged networking”, onde a placa de rede da VMWare terá um IP da rede da minha residência. Com isso, qualquer estação da rede conseguirá acessar o banco de dados. Clicar em Avançar:

O tipo de adaptador de I/O deverá ser escolhido. Para os discos SCSI do servidor virtual, sempre usaremos o tipo “LSI Logic”. Clicar em Avançar:

Será criado um novo disco virtual. Esse disco será o disco interno do servidor. Deixar a opção “Create a new virtual disk” e clicar em Avançar:

O disco será do tipo “SCSI”. Deixar essa opção selecionada e clicar em Avançar:

O tamanho do disco deverá ser especificado. Um bom número para máquina virtual, é um disco com 12GB de capacidade. Eu sempre deixo a opção “Allocate all disk space now”. Alguns colegas não usam essa opção, pois já se perde esse espaço imediatamente. No entanto, é muito chato ter que aguardar pela alocação de mais espaço durante a instalação dos produtos que instalaremos nessas máquinas, isso causa o aumento do tempo de espera. Também deixo a opção “Split disk into 2GB files”, pois, caso eu precise copiar essa VM para algum disco formatado em FAT32, o tamanho máximo de arquivo permitido por esse tipo de sistema de arquivos é 2GB. Clicar em Avançar:

É necessário especificar o nome do arquivo que será o disco virtual. Eu sempre uso o nome de localdisk.vmdk. Clicar em Concluir:

Uma tela como a exibida acima será mostrada.

A janela acima será exibida quando a criação da VM for concluída. Lembrando que a VM ainda não está pronta para instalarmos o sistema operacional, pois, para o RAC, ainda precisamos de mais uma placa de rede (para o InterConnect) e os discos que ficarão compartilhados entre as máquinas virtuais (LUN’s virtuais do storage). Portanto, cliquem no item “Edit virtual machine settings”:

Clicar no botão “Add” para adicionar um novo item de hardware:

A janela acima será exibida. Clicar em Avançar:

Escolher o item “Ethernet Adapter” para adicionar uma nova placa de rede. Clicar em Avançar:

Selecionar a rede “Custom: VMNet2 (Host-only)”. Essa rede é a que responde pela faixa de IP’s 10.0.0.0 e subnet 255.0.0.0. Essa placa de rede será a responsável pela rede InterConnect. Clicar em Concluir:

A janela acima será exibida. Nela, já é possível ver a nova placa de rede adicionada (Ethernet 2). Clicar em Add para começar a adicionar agora os discos que ficarão compartilhados entre os nós do cluster:

Clicar em Avançar:

Deixar a opção “Hard Disk” selecionada e clicar em Avançar:

Deixar a opção “Create a new virtual disk” selecionada e clicar em Avançar:

Escolher o tipo de disco virtual, “SCSI”. Clicar em Avançar:

Escolher o tamanho do disco virtual. Como o ambiente é virtualizado, eu deixei o primeiro disco com o tamanho de 5GB. Deixar a opções “Allocate all disk space now” e “Split disk into 2GB files” selecionadas. Clicar em Avançar:

Na janela acima, deverá ser especificado o caminho onde o disco compartilhado ficará armazenado. Como se trata de discos que ficarão compartilhados entre todas as máquinas do cluster, o caminho que eu deixei o arquivo será único para todas as máquinas: G:\VMWARE\SharedDisks\sdisk01.vmdk. Clicar em Advanced:

Escolher qual “controladora” esse disco utilizará. Como o disco local (localdisk.vmdk) usa a controladora 0 (zero), eu utilizarei a controladora 1 para os discos de storage. Portanto, para o primeiro disco, o caminho será SCSI1:0. Deixar as opções “Independent” e “Persistent” selecionadas. Clicar em Concluir:

A tela acima será exibida com o progresso da criação do disco.

O novo disco será exibido como “Hard Disk 2”. Para o ambiente clusterizado, criaremos 3 discos de 5GB compartilhados entre os nós. Portanto, devemos criar mais 2 discos. Clique em Add:

Clicar em Avançar:

Deixar a opção “Hard Disk” selecionada e clicar em Avançar:

Manter a opção “Create a new virtual disk” selecionada e clicar em Avançar:

O tipo de disco será o SCSI. Clicar em Avançar:

Escolher o tamanho do disco virtual. Eu especifiquei o disco com o tamanho de 5GB. Deixar a opções “Allocate all disk space now” e “Split disk into 2GB files” selecionadas. Clicar em Avançar:

Na janela acima, deverá ser especificado o caminho onde o disco compartilhado ficará armazenado. Como se trata de discos que ficarão compartilhados entre todas as máquinas do cluster, o caminho que eu deixei o arquivo será único para todas as máquinas: G:\VMWARE\SharedDisks\sdisk02.vmdk. Clicar em Advanced:

Escolher qual “controladora” esse disco utilizará. Como o disco local (localdisk.vmdk) usa a controladora 0 (zero), eu utilizarei a controladora 1 para os discos de storage. Portanto, para esse disco, o caminho será SCSI1:1. Deixar as opções “Independent” e “Persistent” selecionadas. Clicar em Concluir:

A tela acima será exibida com o progresso da criação do disco.

A tela acima é apenas uma representação e não mostra que o novo disco será exibido como “Hard Disk 3”. Para o ambiente clusterizado, criaremos 3 discos de 5GB compartilhados entre os nós. Portanto, devemos criar mais 1 disco. Clique em Add:

Clicar em Avançar:

Deixar a opção “Hard Disk” selecionada e clicar em Avançar:

Manter a opção “Create a new virtual disk” selecionada e clicar em Avançar:

O tipo de disco será o SCSI. Clicar em Avançar:

Escolher o tamanho do disco virtual. Eu especifiquei o disco com o tamanho de 5GB. Deixar a opções “Allocate all disk space now” e “Split disk into 2GB files” selecionadas. Clicar em Avançar:

Na janela acima, deverá ser especificado o caminho onde o disco compartilhado ficará armazenado. Como se trata de discos que ficarão compartilhados entre todas as máquinas do cluster, o caminho que eu deixei o arquivo será único para todas as máquinas: G:\VMWARE\SharedDisks\sdisk03.vmdk. Clicar em Advanced:

Escolher qual “controladora” esse disco utilizará. Como o disco local (localdisk.vmdk) usa a controladora 0 (zero), eu utilizarei a controladora 1 para os discos de storage. Portanto, para esse disco, o caminho será SCSI1:2. Deixar as opções “Independent” e “Persistent” selecionadas. Clicar em Concluir:

A tela acima será exibida com o progresso da criação do disco.

A tela acima é apenas uma representação e não mostra que o novo disco será exibido como “Hard Disk 4”. Para o ambiente clusterizado, criamos 3 discos de 5GB compartilhados entre os nós. Portanto, clicar em OK.

A tela acima mostrará qual será a configuração da VMWare:

State: Powered off
Guest OS: Other Linux 2.6.x kernel
Configuration file: G:\VMWARE\mvrac1\Other Linux 2.6.x kernel.vmx
Version: Current virtual machine for VMware Server 1.0.5

E os seus dispositivos (devices):

Memory: 512MB
Hard Disk (SCSI 0:0)
Hard Disk 2 (SCSI 1:0) Independent-persistent
Hard Disk 3 (SCSI 1:1) Independent-persistent
Hard Disk 4 (SCSI 1:2) Independent-persistent
CD-ROM (IDE 1:0) Auto-detect
Ethernet Bridged
Ethernet 2 Custom
Processors 1

O diretório G:\VMWARE\mvrac1 deverá ter os seguintes arquivos:

O arquivo Other Linux 2.6.x kernel.vmx deverá ser editado e as seguintes linhas deverão ser incluídas no final do arquivo:

disk.locking = “FALSE”
diskLib.dataCacheMaxSize = “0”
diskLib.dataCacheMaxReadAheadSize = “0”
diskLib.dataCacheMinReadAheadSize = “0”
diskLib.dataCachePageSize = “4096”
diskLib.maxUnsyncedWrites = “0”
scsi1.sharedBus = “VIRTUAL”

Bom pessoal, por enquanto é isso! Semana que vem voltaremos com a instalação do sistema operacional!

Abraços!

Vinicius







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Instalação do Oracle RAC 10g Release 2 – Parte 1: Pré-requisitos
Instalação do Oracle RAC 10g Release 2 – Parte 2: Criação da VM
Instalação do Oracle RAC 10g Release 2 – Parte 3: Instalação do Linux

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Olá pessoal!

Estou um pouco atrasado, eu sei! Mas, as coisas estão um pouco corridas!

A partir desse artigo, veremos como instalar o Oracle RAC 10g Release 2 em máquinas virtuais, uma simulação do nosso mundo real.

Existem muitos artigos na Internet que descrevem a instalação do Oracle RAC 10g Release 2 em máquinas virtuais em VMWare, utilizando Red Hat Enterprise Linux [RHEL4] 4 (ou seus “primos”: CentOS, Oracle Enterprise Linux).

Não encontrei (na minha opinião), um artigo bacana que descreve a instalação do Oracle RAC 10g Release 2 em VMWare, utilizando Red Hat Enterprise Linux 5 num host rodando Windows XP ou Vista. Esse é o motivo da criação deste artigo.

Hoje, é muito comum ocorrer instalações desse tipo, pois, o RHEL4 não é mais comercializado. Desta forma, pelo menos comigo, todas as novas instalação de Oracle RAC em clientes, tem acontecido com RHEL5.

Pré-requisitos de software:

Oracle Enterprise Linux 5 Update 3;
Oracle Clusterware 10g Release 2 para Linux x86;
Oracle Database 10g Release 2 para Linux x86;
Patchset 10.2.0.4 – Patch Number 6810189;
VMWare Server (eu usei a versão 1.0.5).

Pré-requisitos de hardware:

– 45GB de disco.
– Pelo menos 2GB de RAM.

O próximo artigo, abordará a criação das máquinas virtuais, instalação e configuração do Linux.

Um abraço!!

Vinicius







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